Ela nunca imaginaria que a caneca feita por suas mãos seria, no fim das contas, a sua favorita. Foi isso que a estudante paulistana de Arquitetura e Urbanismo, Izabela Rovigatti, de 20 anos, pensou quando desenhou esta xícara. “Tinha feito algumas para uma encomenda e não gostei de como uma delas ficou. Deixei de lado. Foi quando a minha xodó número 1 quebrou e, aos poucos, a rejeitada a substituiu. Hoje é minha companheira de todos os dias”, diz.

Izabela diz que tudo começou no gosto por canecas em geral. “O conforto e a beleza das porcelanas me conquistaram”, conta.  Tanto, que iniciou uma coleção e confecção das próprias peças. Curiosamente, foram as vendas e encomendas que uniram a paulistana e seu xodó cafeinado.

Mais curiosos ainda são os motivos que levaram Izabela aos goles de café. Ela confessa: “Diferente das histórias no qual o café fazia parte da infância, minha paixão surgiu com o inverno. Frio e café criam uma combinação essencial para mim”. Em outras estações do ano, ela sempre lembra de família quando bebe um cafezinho. Uma de suas principais lembranças é de um final de tarde no dia de Natal. “Depois de terem almoçado, estão todos preguiçosos no sofá da casa da minha avó. Ela traz uma xícara para cada um junto de um pote imenso de sequilho e lá começam todos a beliscar novamente”, diz.

Quanto ao seu hábito de tomar a bebida, ela conta que a frequência varia. “Um ritual que tenho é preparar uma xícara quando preciso me concentrar, estudar e desenhar”, conta. Além disso, o coado no final de tarde é essencial. Ela diz que “é o momento em que se dá uma pausa para conversar e tomar um café”.

Por: Lucas Tavares

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