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ABIC divulga as tendências do café em 2016

A Associação Brasileira da Indústria de Café divulgou o relatório anual que apresenta as tendências do mercado do grão para os próximos anos

Como acontece anualmente, a ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café) divulgou o relatório Tendências do Mercado de Café, realizado em 2015 pela Euromonitor International. A crise econômica do país trouxe algumas mudanças de comportamento e outras informações importantes sobre a forma como o brasileiro se relaciona com o grão.

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A maioria dos consumidores entrevistados entende que a situação financeira atual não irá mudar o interesse pelo café. Entre aqueles que ainda não foram afetados pela crise, 58% se mostraram totalmente dispostos a manter o consumo e marca atual. Já entre os prejudicados pelo momento do país, 41% se mostra interessado em manter o consumo, mas em optar por uma marca mais barata.

Food Service. Segundo a Euromonitor, em curto prazo o consumo de café fora do lar será impactado pela crise. Mas as projeções para o futuro são positivas – a tendência é, até 2019, esse setor movimentar 36% do volume do grão produzido no Brasil. Em 2014, o número era de 32%.

Outra percepção da pesquisa é que o consumidor que toma café fora de casa tem maior poder aquisitivo e é mais atento à cultura do grão, suas origens e blends. Ainda restritos às regiões urbanas, os cafés gourmet ganham mais atenção nesse segmento.

Consumo em casa. As cápsulas monodose continuam ganhando espaço, principalmente nas cidades do interior do Brasil. Entre os consumidores com maior poder aquisitivo, a procura por cafés especiais continua em ascensão. Segundo a Euromonitor, as assinaturas de café e a disseminação de diferentes métodos de preparo contribuem para esse cenário. Em regiões menos desenvolvidas, o predileto ainda é o café em pó. A diferença ficou no coador, com a migração da versão de tecido para os descartáveis e cafeteiras elétricas.

Volume total. Em 2014, o consumo de café ficou dividido em 81% na versão em pó, 18% em grão torrado e 0,6% em cápsulas. Para 2019, a expectativa é o cenário alterar para 80% em pó, 19% de grão torrado e 1,1% nas cápsulas.

Para saber mais sobre a ABIC, é só clicar aqui.

Por: Marina Oliveira

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